sábado, 22 de agosto de 2015

Em dias de ruído excessivo, seja de trânsito ou de vozes virtuais, Arvo Pärt ensina o reconcílio com o silêncio. Será este um caminho para nossa solidão?



Este mar, este deserto, este céu crepuscular...tudo a ela nos convida.
Sobretudo este céu, onde despontam as primeiras estrelas exiladas do cotidiano, céu que anuncia a iminência de uma noite imensa, obscura e ancestral; como se a nos chamar em desafio: suportarão permanecer? E sozinhos? Possuirão pulmões para este ar?

Pois, se olhares demoradamente para este céu, notarás que não se trata de nenhum céu, antes, de um abismo; antes, de um universo: imenso...

...e real.

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